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Concentrao Bancria: ruim para o pobre e bom para o rico!
Prof PhD Marcos Crivelaro*
A provvel aquisio de um banco brasileiro, que est na lista dos dez maiores, por outro grande banco de origem espanhola criar o 2 maior banco privado brasileiro. Os crticos afirmam que isso agravar a concentrao do setor. J os mais otimistas apostam que um banco estrangeiro de porte facilitar a reduo de taxas e estabelecer alongamentos de prazos nos financiamentos.


- Concentrao bancria: em 1997, existiam 215 bancos divididos em privados nacionais (142), estatais (27) e estrangeiros (46). Dados do Banco Central (BC) mostram que, em 2005, esse nmero caiu para 159. Mas a queda no nmero de bancos no se refletiu em encolhimento na rede de atendimento. Considerando o total de agncias e postos de atendimento, a cifra chegou no fim de 2005 a 123,9 mil unidades (em 2000 eram 54,1 mil). Segundo o estudo do BC, que aborda a eficincia e concorrncia no setor bancrio brasileiro, quanto maior a concentrao bancria, menor ser o custo dos bancos (com folha de pagamento, por exemplo) e maior ser a lucratividade (nos emprstimos e nas tarifas). importante a interveno de rgos reguladores para estimular a concorrncia e avaliar a satisfao do cliente.


- Diminuio do spread bancrio: spread bancrio a diferena entre a taxa de juros cobrada dos tomadores de crdito e a taxa de juros paga aos depositantes nos bancos. Embora o spread bancrio no Brasil tenha se reduzido nos ltimos anos, ainda permanece entre os mais altos do mundo. Em janeiro de 1995, o spread mdio oscilava em 140% ao ano. Atualmente, mesmo estando no patamar de 25% ao ano, ele representa o dobro ou o triplo de pases da Amrica Latina. O spread bancrio talvez o principal motivo de questionamentos sobre a concorrncia no setor. Mesmo em pocas de declnio da taxa bsica de juros, tal como a que se verifica atualmente, constata-se que o spread bancrio mantm-se praticamente inalterado e, quando h redues, estas no ocorrem na mesma proporo. Um Projeto de Lei Complementar proposto pelo IBEDEC (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relaes de Consumo) busca regulamentar o artigo 192 da Constituio Federal, instituindo que o limite mximo ser de 40% sobre o custo de captao. Isto porque o que hoje assistimos no pas um festival de oferta de crdito com taxas de juros que superam em 300% o custo de captao gerando lucros extraordinrios.


- Satisfao do cliente: as reclamaes dos clientes concentram-se na falta de autonomia dos funcionrios, no desconhecimento destes em relao s necessidades do cliente, na falta de disponibilidades do gerente da agncia e na relao custo-benefcio dos servios prestados. Segundo dados da pesquisa do The Gallup Consulting apenas 16% daqueles que possuem conta bancria esto contentes com os servios oferecidos. Segundo o instituto, 67% no gostam das relaes que tm com a instituio financeira da qual so clientes, sendo que 43% s tm a conta porque no h outra sada para guardar o dinheiro. As reclamaes mais freqentes contra os bancos so: erros de lanamentos nas contas correntes (48%) e fraudes bancrias (15%).


- Cliente pobre: o nmero de contas do sistema bancrio brasileiro cresceu 51,7% entre 2001 e 2006, segundo pesquisa do BC. Ao final do ano de 2006, o Brasil contava com 76,8 milhes de poupanas e 59,5 milhes de contas correntes. Segundo o estudo, os correspondentes bancrios e a criao das contas simplificadas foram os principais destaques do perodo, e boa parte da expanso ocorreu com a incluso de clientes de classes mais baixas. A TNS Interscience mapeou a qualidade de atendimento nas agncias bancrias brasileiras. O estudo mostra que 70% dos atendimentos nas agncias dado a consumidores de baixa renda e destes, 79% dos casos so usurios que no detm conta na agncia em que so atendidos. A adoo de uma agncia bancria ocorre por diversos motivos: proximidade do local de trabalho (26%), da residncia (18%) ou porque est no caminho do dia-a-dia (14%). As operaes mais realizadas so: depsito/saque (42%), pagamento de boletos, contas e impostos (53%). Dos clientes de menor renda que freqentam as agncias, 75% utilizam os Caixas Eletrnicos de Auto-Atendimento e apenas 33% utilizam o Atendimento Telefnico e Internet Banking. Mesmo no demonstrando forte resistncia ao uso de canais eletrnicos, a utilizao de filas necessria porque o pagamento feito em dinheiro em 78% dos casos. Embora j esteja valendo, em alguns municpios do pas, a chamada "Lei dos 15 minutos" no vem sendo respeitada. Uma pesquisa realizada pela TNS Interscience mostra que 26% dos clientes esperam, em mdia, de 15 a 30 minutos na fila e 18% disseram esperar mais que 30 minutos, ou seja, quase 50% dos usurios no recebem atendimento adequado.


-Cliente rico: o nvel de satisfao de um cliente em funo da diferena entre o desempenho percebido e suas expectativas. A tecnologia da informao, alm de proporcionar uma vantagem competitiva a partir da diferenciao na distribuio de produtos e servios de forma inovadora, agrega novas opes e desenvolve maior relacionamento com os clientes ricos. Os clientes passaram a ter benefcios, como facilidade de acesso aos servios, reduo substancial da necessidade de deslocamento at as agncias bancrias; comodidade para a realizao de pagamentos, recebimentos e obteno de informaes sobre movimentaes financeiras; reduo dos custos de transaes e dos preos dos servios; e aumento da segurana pessoal e das transaes realizadas. Segundo estudo da Febraban, foi constatado que, em 1999, as transaes bancrias de forma automatizada, sem a interveno de funcionrios, chegavam a 67% do total das transaes realizadas ao longo do ano. Atualmente, superou o patamar de 80%. Para ocorrer essa evoluo, os maiores bancos investem, em mdia, R$ 400 milhes/ano em Tecnologia da Informao.


Notcia Postada em 05/10/2007 por: Prof PhD Marcos Crivelaro

 
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